O velório do professor de Língua Portuguesa José Alves Dionísio, de 62 anos, encontrado morto na manhã dessa sexta-feira (05), em Santa Rita, está marcado para as 12h deste sábado (06), na funerária Rosa de Saron, em João Pessoa.
O corpo do docente foi encontrado quase degolado, com marcas de golpes de faca no pescoço, além de várias escoriações, às margens da BR-101, no município de Santa Rita, nesta sexta-feira (05).
Segundo a Polícia Civil, os primeiros indícios da investigação apontam que a vítima foi assassinada no próprio local onde foi achado morto. "Ele levou dois golpes de arma branca na lateral do pescoço e depois vários golpes paralelos ao peito”, explicou o delegado Aldrovilli Grisi.
O sepultamento acontece no Cemitério Santa Catarina, no bairro dos Estados, também na Capital.
De acordo com o delegado, a última vez que o professor foi visto e teve contato com parentes e amigos foi por volta das 23h da quinta-feira (04). Parentes e amigos estão sendo intimados para que a polícia saiba informações sobre a vida do professor nos últimos dias, e equipamentos eletrônicos da vítima foram apreendidos.
Grisi também acrescentou que indícios no local do crime apontam que o executor teve a oportunidade de estar muito próximo da vítima.
Câmeras de segurança flagraram o professor saindo de um prédio em um carro na quinta-feira. A Polícia ainda não sabe se havia outra pessoa no carro. Segundo o delegado, no banco do passageiro dianteiro não havia ninguém, mas, como os vidros de trás possuem revestimento fumê, não foi possível ver se havia alguém.
O carro do professor ainda não foi localizado.
Além de docente, José Dionísio também era assessor pedagógico da Prefeitura de João Pessoa. O professor José Alves Dionísio tinha mais de 30 anos de carreira em salas de aula, como professor de português e redação. Ele ensinou em escolas públicas e privadas.
Portal Paraiba
O corpo do docente foi encontrado quase degolado, com marcas de golpes de faca no pescoço, além de várias escoriações, às margens da BR-101, no município de Santa Rita, nesta sexta-feira (05).
Segundo a Polícia Civil, os primeiros indícios da investigação apontam que a vítima foi assassinada no próprio local onde foi achado morto. "Ele levou dois golpes de arma branca na lateral do pescoço e depois vários golpes paralelos ao peito”, explicou o delegado Aldrovilli Grisi.
O sepultamento acontece no Cemitério Santa Catarina, no bairro dos Estados, também na Capital.
De acordo com o delegado, a última vez que o professor foi visto e teve contato com parentes e amigos foi por volta das 23h da quinta-feira (04). Parentes e amigos estão sendo intimados para que a polícia saiba informações sobre a vida do professor nos últimos dias, e equipamentos eletrônicos da vítima foram apreendidos.
Grisi também acrescentou que indícios no local do crime apontam que o executor teve a oportunidade de estar muito próximo da vítima.
Câmeras de segurança flagraram o professor saindo de um prédio em um carro na quinta-feira. A Polícia ainda não sabe se havia outra pessoa no carro. Segundo o delegado, no banco do passageiro dianteiro não havia ninguém, mas, como os vidros de trás possuem revestimento fumê, não foi possível ver se havia alguém.
O carro do professor ainda não foi localizado.
Além de docente, José Dionísio também era assessor pedagógico da Prefeitura de João Pessoa. O professor José Alves Dionísio tinha mais de 30 anos de carreira em salas de aula, como professor de português e redação. Ele ensinou em escolas públicas e privadas.
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