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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

PMJP entrega certificados e Polo Tecnológico de João Pessoa já conta com 34 empresas

Empresas do setor de tecnologia da informação encontram agora em João Pessoa um terreno fértil para se instalar e desenvolver soluções úteis para todo o mundo. Com a criação do Polo de Tecnologia Extremo Oriental das Américas (Extremotec), a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) dá o pontapé inicial para inserir a Capital paraibana no mapa das grandes cidades desenvolvedoras de sistemas de tecnologia. Além da criação da lei que criou o polo, a redução do ISS de 5% para 2% foi o primeiro passo nesta transformação tecnológica pela qual passará a Capital e, na manhã desta quinta-feira (30), o prefeito Luciano Cartaxo entregou os certificados de adesão às 34 primeiras empresas a aderir ao Polo de Tecnologia.

Considerada a melhor Capital para se viver no Nordeste, fruto dos investimentos da atual gestão na qualidade de vida da população, e com mão de obra qualificada oriunda das universidades, João Pessoa já chamava a atenção dos empresários que buscavam exatamente por isso, mas faltava ainda um bom ambiente de negócios para estimular definitivamente a instalação destas empresas. O Extremotec foi desenvolvido nesta perspectiva, congregando a PMJP, instituições de fomento, como a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep), Federação do Comércio (Fecomércio), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a Sociedade de Usuários de Tecnologia da Paraíba (Sucesu-PB) e empresários.
“Estamos melhorando o ambiente de negócios da cidade, reduzindo a alíquota de 5% para 2% do ISS para as empresas que trabalham com tecnologia da informação, aumentando a base de arrecadação de empresas contribuintes e isso demonstra a forma como temos trabalhado, sem penalizar o contribuinte e criando soluções inovadoras para o desenvolvimento da cidade. Com o Polo, vamos aumentar o número de empresas em João Pessoa, uma cidade que tem papel importante na formação da mão-de-obra qualificada na área de tecnologia e vai preservar estes profissionais para que eles possam trabalhar e desenvolver seus trabalhos aqui na cidade”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.
Durante a solenidade de entrega dos certificados às empresas que aderiram ao Extremotec, que aconteceu no Auditório I da Estação Cabo Branco, o secretário da Receita Municipal, Adenilson Ferreira, destacou que “o prefeito identificou bem a importância de reduzir a alíquota do ISS para fomentar e ter mais empresas em João Pessoa”, e o secretário de Ciência e Tecnologia, Durval Ferreira, disse que “nos inspiramos nos melhores e mais importantes modelos do país no tocante à tecnologia e inovação e, com esta união de forças, João Pessoa se posiciona no mapa das cidades tecnológicas do país”.

Representando todos os empresários do setor tecnológico, Waldermar Nóbrega Junior afirmou que isso

vinha sendo pensado há anos. “Para nós que compomos as empresas de base tecnológica da Paraíba, este é o coroamento de um projeto que durante anos e anos envolveu todo um grupo de empresários preocupados em fortalecer uma atividade que é uma vocação natural da nossa cidade. João Pessoa sempre se destacou com diversas instituições formando profissionais do mais alto nível, com empresas inovadoras, mas faltava um incentivo no sentido de agregar estas empresas em torno deste objetivo comum, coisa que hoje se torna realidade”, disse.

Já o vereador Thiago Lucena, defensor do Projeto aprovado na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) que criou o Polo Tecnológico, afirmou que a Capital paraibana ainda chegará muito longe. “Temos talentos que muita gente nem imagina, mas com esta comunicação entre poder público fazendo sua parte, a academia gerando conhecimento e a iniciativa privada se instalando, fazendo com que este ecossistema se firme em João Pessoa, teremos soluções tecnológicas desenvolvidas aqui e sendo contratadas por pessoas em Israel, na China, no Vale do Silício, por exemplo. A academia forma muita gente boa, nossa mão de obra é qualificada e precisamos ampliar o campo de empregabilidade para que estes talentos fiquem aqui”, declarou.

Secom/JP

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